Sem categoria – CMENTE https://www.cmente.com.br Incubadora & Coworking de Advogados Wed, 26 Apr 2017 00:18:01 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.7.4 https://www.cmente.com.br/wp-content/uploads/2017/04/cropped-CMENTE-Face-Perfil-32x32.jpg Sem categoria – CMENTE https://www.cmente.com.br 32 32 Dia da Mulher e #DayWithoutAWoman https://www.cmente.com.br/2017/03/07/dia-da-mulher-e-daywithoutawoman/ https://www.cmente.com.br/2017/03/07/dia-da-mulher-e-daywithoutawoman/#respond Wed, 08 Mar 2017 01:11:11 +0000 https://medium.com/p/565a9fcf2eba Read more about Dia da Mulher e #DayWithoutAWoman[…]]]> por Camila Gullo

Prefiro acreditar que todas as mulheres são feministas.

Tenho aprendido que feminismo é liberdade, é não se criar rótulos, é não se dizer como a mulher deve ou não deve ser, o que deve ou não deve fazer. É a mulher se dar ao direito de colocá-la em primeiro lugar (difícil esta, hein). É uma mulher respeitar a outra, mesmo que ela não seja sua amiga, só pelo fato dela ser mulher. É apoio, compreensão e RESPEITO.

Em algum momento da vida, toda mulher questionou isso (ou a falta disso). Portanto, toda mulher é feminista.

Comecei a buscar mais informação sobre o assunto muito recentemente e estou adorando. Saber que coisas que pensava e falava há não muito tempo atrás eram machistas e que eu ACHAVA que pensava assim, mas na verdade só repetia o discurso que ouvia e que isso era péssimo para o progresso das mulheres na sociedade e para mim mesma.

Por outro lado, descobri que coisas que eu realmente pensava mas que guardava para mim ou não me dava ao trabalho de discutir com os outros são ideias feministas.

Então acho sim que devemos usar o Dia da Mulher para refletir e discutir, e não apenas para ganharmos uma rosa.

Alguns viram, mas para quem não viu segue agora informação: a vitória do Trump deu um gás no movimento feminista nos EUA. A mulherada está se reunindo e colocando a boa no trombone. Esse movimento se chama Women´s March. Em 21 de janeiro de 2017 elas se reuniriam, discursaram, inspiraram e marcharam.

Para o Dia da Mulher, estão promovendo o “A Day Without a Woman” (Um dia sem uma mulher), onde pedem que você tire o dia de folga de seu trabalho remunerado ou não, e/ou evite fazer compras (ou apenas compre de pequenos comércios que tenham como donas mulheres ou minorias), e/ou use vermelho em solidariedade ao movimento #DayWithoutAWoman .

Mais informações:

https://www.womensmarch.com/womensday

Ela se reunirão em NY . Eu estarei no Evento da OAB Mulher na OAB/RJ, depois vou trabalhar no meu pequeno negócio próprio usando vermelho (acabei de constatar que meu armário tem azul demais, mas veremos).

Peço que você, mulher, pare para refletir sobre o assunto por alguns minutos e que se possível converse disso com alguém. Reflita sobre a mulher na sociedade e sobre a SUA importância. Já acho que seja um começo.

Para o homem meu recado é apenas que o assunto é bem sério, que feminismo não é falta de depilação e que você pode contribuir para a busca da igualdade de gênero em vários níveis, e tenho certeza que de alguma forma bem pertinho de você.

Feliz Dia da Mulher !

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Entrevista com Lauren Jost, da CONECTA ADVOGADO https://www.cmente.com.br/2017/02/15/entrevista-com-lauren-jost-da-conecta-advogado/ https://www.cmente.com.br/2017/02/15/entrevista-com-lauren-jost-da-conecta-advogado/#respond Wed, 15 Feb 2017 22:33:17 +0000 https://medium.com/p/6b90359dfbde Read more about Entrevista com Lauren Jost, da CONECTA ADVOGADO[…]]]> por Camila Gullo

Ano passado conheci a Lauren, que é a fundadora da CONECTA ADVOGADO (http://conectaadvogado.com.br/)

Lauren Jost

Para quem não sabe, a Conecta Advogado é uma Escola de prática jurídica que oferece cursos Online para advogad@s. Mas não são cursos como os outros que você já viu por aí. São cursos feito por advogad@s para advogad@s. Ele é 100% prática.

Já tive oportunidade de fazer o Módulo de Peças Trabalhistas e posso confirmar que é isso mesmo. Agora, de fato não é um curso básico. Se você não tem conhecimentos de base sobre o direito material e um mínimo de prática processual, provavelmente não vai aproveitar o curso como deveria. Considero o nível de discussão ali avançado.

Mas era exatamente isso que eu esperava e diferente não poderia ser. Excelentes profissionais como professores, com anos de prática não vão te passar o básico. Aliás, nem era isso que eu queria deles. Quero o “macete”, as dicas e absorver o conhecimento que eles adquiriram com a experiência deles. Não está fácil encontrar cursos desse nível por aí não.

Para você ter uma noção, no curso de Peças Trabalhistas eles fornecem modelo de petição. Mas não é aquele modelo que você acha no Google não, é coisa boa. Sem contar que você tira dúvida e no dia seguinte, senão no mesmo dia, você já tem uma resposta.

Fiquei muito empolgada com a ideia dela. A Conecta Advogado não se limita a ser mais um cursinho online de direito. Ela inova, se preocupa com a formação técnica d@ advogad@ e traz professores advogados atuantes na área. Ajuda, a meu ver, a minimizar um problema da classe como um todo, que é o de não sair preparado da faculdade para advogar decentemente.

Acho por isso que mais gente deveria conhecer a Lauren e segue abaixo uma breve entrevista que fizemos por email:

CMENTE: De onde surgiu essa ideia da CONECTA ADVOGADO? O que te motivou?
LAUREN: A Conecta Advogado surgiu pouco depois que me formei. O primeiro impacto quando me tornei advogada foi o de perceber que teoria e prática são muito distantes. As faculdades, definitivamente, não nos preparam para vida profissional e ficamos extremamente inseguros quando temos que alçar voo sozinhos. E essa percepção não foi apenas sobre áreas técnicas, como também sobre habilidades que precisamos ter no dia a dia: relacionamento com clientes, gestão de escritório, marketing jurídico. Desde então, comecei a pensar em uma forma de auxiliar os advogados de todo Brasil. Começamos buscando profissionais excelentes em suas áreas de atuação, que acreditassem na ideia e se propusessem a compartilhar conhecimentos valiosos, que pudessem encurtar o caminho para excelência profissional. Ou seja, nosso objetivo é impactar, de verdade, as carreiras dos nossos alunos, onde quer que eles estejam.

CMENTE: Foi fácil tornar a ideia realidade? Quais foram suas maiores dificuldades até então? E as dificuldades que vem tendo agora?
LAUREN: Empreender é sempre um desafio, em especial no meio digital, que é muito dinâmico. Estávamos tão engajados em tornar a ideia realidade que até mesmo as dificuldades foram combustível. No início, tivemos dificuldade em encontrar o público alvo do negócio. Temos um público muito diversificado, tanto em faixa etária quanto em experiência, o que dificulta o estabelecimento de um padrão de comunicação para transmitir com clareza a riqueza de conteúdo que oferecemos nos cursos.

CMENTE: Na sua opinião, quais as maiores demandas do mercado de advocacia atualmente?
LAUREN: Percebo que há espaço nas mais diversas áreas, porque há carência grande de profissionais qualificados no mercado. Há áreas pouco exploradas, como Compliance, Direito Digital e Direito Médico, por exemplo, que podem ser uma boa aposta para quem tem afinidade e pretende fugir das áreas mais tradicionais. Também vejo uma procura crescente pela advocacia preventiva e pelos métodos alternativos de solução de conflitos, evitando assim levar demandas ao judiciário, que é tão moroso.

CMENTE: Como você vê a inserção da advocacia e do judiciário nessa mudança acelerada que o mundo vem vivendo, no sentido uso de tecnologias e adaptação as novas maneiras de se comunicar e se relacionar?
LAUREN: A evolução da tecnologia veio para nos auxiliar e temos de usar isso da melhor forma. Como acontece no Processo Judicial Eletrônico, acredito que em um futuro próximo, a maioria das tarefas repetitivas deixarão de ser feitas por pessoas. Isso é ótimo! No entanto, obriga as pessoas a saírem da zona de conforto. Umas das profissões mais impactadas com a mudança tecnológica, certamente, foi a advocacia. A adaptação ao peticionamento eletrônico, por exemplo, não foi fácil, principalmente para aqueles que já advogavam há muitos anos. O “robô-advogado” Ross, tão divulgado no últimos tempos, já é uma realidade; no Brasil, há empresas dedicadas a automatizar processos há algum tempo, apenas para ilustrar quão rápido estamos mudando. Realmente, penso que é melhor nos adaptarmos para obter as vantagens que a tecnologia oferece.

CMENTE: Qual a sua maior dica ao advogad@ recém-formad@?
LAUREN: Hoje, até por uma questão de sobrevivência, temos visto advogados jovens atuando em toda e qualquer área, indiscriminadamente, cobrando honorários irrisórios e com dificuldades para evoluir na carreira. Os advogados recém formados, na minha concepção, devem focar na área que mais se identificam, buscando conhecer a matéria a fundo. Isso não significa que o advogado precisa imediatamente começar uma pós graduação, e, sim, que é necessário se dedicar, muitas vezes fazendo treinamentos de curta duração e focados na prática jurídica. Além disso, ter contato com profissionais que atuam na área pode ajudar bastante, há muitos profissionais dispostos a ajudar, até porque já estiveram nesta posição. Ter uma parede repleta de certificados não significa que o profissional atingirá os melhores resultados, nada substitui o conhecimento prático.

No mais, divulgar amplamente o trabalho — dentro dos limites do Código de Ética e Disciplina da OAB — e cobrar honorários de forma justa é muito importante. A valorização da advocacia tem de partir de nós, advogados.

Neste ponto, a Conecta Advogado tem uma novidade: em breve, lançaremos um curso para o jovem advogado, justamente para auxiliar o advogado no início da carreira. Traremos professores conceituados e com muita experiência para compartilhar.

Quer falar com a Lauren? Mande um email para ela, lauren@conectaadvogado.com.br

Conheça também a Conecta Advogado em www.conectaadvogado.com.br

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A constatação geral de que “advogado é tudo trambiqueiro” https://www.cmente.com.br/2017/02/10/a-constatacao-geral-de-que-advogado-e-tudo-trambiqueiro/ https://www.cmente.com.br/2017/02/10/a-constatacao-geral-de-que-advogado-e-tudo-trambiqueiro/#respond Fri, 10 Feb 2017 18:24:00 +0000 https://medium.com/p/cb878eb9b17f Read more about A constatação geral de que “advogado é tudo trambiqueiro”[…]]]> por Camila Gullo

Li esta semana no Migalhas ( http://www.migalhas.com.br/ )a notícia do repúdio da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e do CFC (Conselho Federal de Contabilidade) à Rede Globo em consideração a uma cena de um personagem de novela que disse, em um contexto da história onde se levantada a dúvida se outro personagem declarava ou não uma fazenda em seu Imposto de Renda.

O personagem então respondeu que claro que ele não declarava, pois bandido não declara imposto de renda. O que ele teria dito, na verdade era que advogado e contador é “tudo trambiqueiro”.

Segue notícia com vídeo da cena:

https://www.youtube.com/watch?v=yg7TcLBalTI

Eu odeio piadas e esses tipo de comentários sobre advogad@s e acho mesmo péssimo as pessoas ouvirem esse tipo de frase em um canal de comunicação de massa.

Entretanto, me faz pensar que a noção geral da população sobre advogad@s (não vou comentar sobre os contadores aqui) é essa mesmo: “que é tudo pilantra”.

TODOS tem um episódio ruim sobre advogad@ para contar. Seu ou de alguém próximo. Aposto.

Uma vez em um evento com cerca de 40 mulheres, perguntei para a plateia se alguém tinha uma história BOA de advogad@ para contar. Silêncio.

Por que isso acontece?

Contextualizando: O exame da OAB tem uma índice de aprovação baixíssimo, cerca de 20%. Ou seja, presumo que a fama vem desses 20% que passaram na prova.

Concluo então que a prova não é suficiente.

Claro que não, ela não mede caráter, aptidões de relacionamento, noções de gestão financeira e nem prática jurídica “de cartório” ( a advocacia real é bem diferente da advocacia prevista nos códigos, o procedimento processual dos cartórios não é linear, lógico e coerente como o do código de processo civil).

Se a fama existe, é porque tem muita gente fazendo sacanagem por aí mesmo !! A novela é um retrato da nossa sociedade !!

Temos que individualmente fazer nossa parte para gerar experiências minimamente agradáveis aos nossos clientes, lembrando que na maioria das vezes ele não quer te contratar, ele contrata porque é o único jeito e porque ele precisa resolver o problema dele. Isso serve para pessoa física e pessoa jurídica, cada perfil com suas peculiaridades.

Se tem a fama, por favor, não deite na cama.

Quem sabe um dia essa visão da sociedade sobre nós melhora.

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A simbologia do @ no nome da CMENTE https://www.cmente.com.br/2017/01/31/a-simbologia-do-no-nome-da-cmente/ https://www.cmente.com.br/2017/01/31/a-simbologia-do-no-nome-da-cmente/#respond Tue, 31 Jan 2017 19:16:45 +0000 https://medium.com/p/c0abc8317a3c Read more about A simbologia do @ no nome da CMENTE[…]]]> por Camila Gullo

Aprendemos na escola que temos que usar o gênero masculino no final da palavra quando estivermos nos referindo a todos.

Estamos vivendo um momento de empoderamento feminino (alguns não gostam dessa palavra “empoderamento”, eu adoro) e expansão das ideias e novas demandas que estão sendo capazes de convencer as pessoas, os homens descrentes e as mulheres desinformadas de que feminismo é muito mais do queimar sutiã e a defesa da prerrogativa da mulher trabalhar “fora de casa”.

Desde criança até minha fase mais jovem (até minha crise dos 30) vivia conflitos internos e externos, fazia demandas e questionamentos que agora entendo que eram de origem feminista. Só não sabia dar nome para aquilo.

Não tenho conhecimentos profundos filosóficos e antropológicos sobre o feminismo, e está na minha meta de 2017 ler e entender mais sobre o assunto, mas respeito muito o avanço do movimento feminino e espero poder contribuir de qualquer forma possível.

Foi quando no meio do nascimento da CMENTE descobri o uso da @ (arroba) nas palavras para (in)determinar seu gênero, mudando a máxima de que palavras terminadas em “o” poderiam representar o gênero masculino ou também incluir o feminino, dependendo o caso.

Então, ao criar a CMENTE Incubadora & Coworking de Advogados, nada mais justo do que usar o @ e deixar bem claro que aqui é lugar para avogadAs e advogadOs, usando, portanto o nome CMENTE Incubadora & Coworking de Advogad@s.

Parece que as mulheres já estão tão acostumadas a se referirem pelo gênero masculino quando falam de grupos que não faz diferença para elas. Ou talvez, lá no fundo, se sintam mais aceitas. Contudo, tenho receio que faça diferença para os homens, que podem achar que é local só de mulheres ou voltado para mulheres. Tomara que não, que possamos viver em um mundo onde os homens não se sintam acuados em uma comunidade que deixa clara e incentiva a participação feminina.

Aproveito então para reforçar que a CMENTE pretende a criação de uma comunidade jurídica colaborativa neutra de gênero e para convidá-l@s à participar desse projeto.

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Como se organizar em 2017 https://www.cmente.com.br/2017/01/23/como-se-organizar-em-2017/ https://www.cmente.com.br/2017/01/23/como-se-organizar-em-2017/#respond Mon, 23 Jan 2017 18:12:18 +0000 https://medium.com/p/718a05210ae6 Read more about Como se organizar em 2017[…]]]> por Camila Gullo

Realmente acredito nesse negócio de energia.

Como a energia vai fluir, as ideias e pensamentos chegarão até você se seu escritório, estação de trabalho, sua casa ou seu cantinho está uma ZONA?

Nada contra a zona organizada, inclusive me parece coisa de gente inteligente: saber onde está tudo de cabeça, mesmo onde os outros não sabem onde está nada.

Não importa onde você trabalha ou onde você mora, o negócio é ORGANIZAÇÃO e LIMPEZA.

Tim Gouw 2016

Não resista às novas facilidades do mundo moderno. Use as ferramentas disponíveis. Não precisa usar todas, pois isso pode gerar o efeito contrário e você se perder. Teste duas. Vou indicar algumas.

Obs: Não sou guru de organização, são dicas advindas da minha experiência e das pessoas que me cercam, totalmente desprovidas de qualquer técnica ou tese acadêmica. Utilize com moderação e para aprofundamento, procure pessoal especializado.

1 — Primeiro passo é você limpar a papelada. Junte tudo, separe algumas sacolas plásticas e descarte sem dó o que não tiver mais utilidade.

2 — Depois, com a papelada que você não jogou fora, digitalize o que sobrou e então jogue esses papéis também fora. Claro, a não ser que seja uma certidão original, um documento autenticado, algo com valor sentimental. Para o resto: mundo digital + arquivo digital + lixo (ou reciclagem).

3 — Os documentos digitalizados, você arquiva na NUVEM. Abra uma conta grátis no DROPBOX ou GOOGLE DRIVE (existem outros, mas sei que esses funcionam bem).

4 — Dentro da ferramenta de nuvem, você abre pastas para organizar seus arquivos por assunto e/ou data, como achar melhor. Subpastas também são interessantes. Isso também pode ser feito diretamente no seu computador, mas se o HD queimar, você perde tudo. Exemplo:

5 — E conforme a quantidade aumentar, essas pastas ficarão novamente desorganizadas. Então dentro desse mesmo ambiente, você vai arrumando, renomeando e criando novas subpastas. Imagine que você precisa que alguém abra o computador (tablet ou afins) e busque um arquivo para você: deve estar organizado e exposto de uma forma que essa pessoa ACHE o que está procurando, ou seja, tudo exposto de forma CLARA.

6 — Faça o mesmo com seu armário de roupas. Só que ao invés de descartar o que não serve ou não te agrada mais, você separa o que vai para doação e o que você pode revender ( Veja o site Enjoei.com.br e Grupos especializados no Facebook).

7 — Zere seus emails. Responda ou encaminhe todos seus emails pendurados de 2016.

8 — Faça um balanço das suas finanças em 2016 e prepare planilhas de Excel para controlar as finanças de 2017. Pessoais e profissional. Existem diversos aplicativos para isso, mas não testei nenhum. Calcule quando você acha que você custa por mês.

9 — Prepare-se para conseguir medir seus resultados de 2017 em 2018. Se você tem um pequeno negócio ou é autônomo, passe a controlar quantas propostas de venda/prestação de serviços você envia e quantas você fecha (estou testando o Plug CRM agora, depois conto como é). Se trabalha numa grande empresa, faça uma listinha simples dos tipos de trabalho que vai fazer e quantidade. Assim no final do ano você terá uma visão geral do que produziu em 2017.
Exemplo:
— Inventário Extrajudicial ……
— Análise de Contrato de Venda de Imóveis …….

10 — Por fim, lembre de alguma coisa que alguém fez por você e agradeça ! Ainda não lemos pensamentos e para o outro saber como você pensa, você precisa dizer. Exercite a gratidão e a comunicação.

Bom ano !

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A Advocacia e o Mundo em Rede https://www.cmente.com.br/2017/01/17/a-advocacia-e-o-mundo-em-rede/ https://www.cmente.com.br/2017/01/17/a-advocacia-e-o-mundo-em-rede/#respond Tue, 17 Jan 2017 18:00:21 +0000 https://medium.com/p/86d620e1ddf2 Read more about A Advocacia e o Mundo em Rede[…]]]> por Rodolfo Accadrolli Neto

O mundo mudou. E continua mudando. Novas tecnologias vem criando um campo fértil para o surgimento de uma nova mentalidade com um grande potencial transformador.

Uma nova economia vem surgindo. Uma economia colaborativa, criativa, sustentável. Cada vez mais pessoas estão percebendo que o mundo está se organizando de forma diferente. Sempre estivemos naturalmente conectados, mas por anos acreditamos que a divisão era a regra. Criamos formas de nos separar que são fantasiosas e com isso sufocamos, por muito tempo, a grande força do todo.

Mas agora a ficha caiu e essa força, através da colaboração, criatividade, horizontalidade, sustentabilidade e outros, está ressurgindo e mudando muita coisa. E o exercício da advocacia será que vai ficar imune a isso?

Paul Baron, em 1964, em meio à Guerra Fria, buscando demonstrar a eficácia de uma rede de comunicação distribuída, apresentou ao mundo uma forma de comunicação de dados que seria a base da internet que conhecemos hoje. Uma rede descentralizada onde todos os pontos estão conectados com todos os pontos. Essa era a rede distribuída de Baron, sendo os outros formatos a Centralizada e Descentralizada, as quais remetem ao sistema de Comando e Controle, calcadas no paradigma da escassez.

A ilustração de Baron hoje é utilizada para explicitar a forma como nos organizamos. Seja em uma ONG, Instituição, Empresa, grupos ou até mesmo em um Estado, onde a rede centralizada seria o modelo monárquico, a descentralizada o presidencialismo.

Quando a percepção está calcada em uma rede distribuída, as possibilidades aumentam exponencialmente na medida que o número de conexões são extremamente maiores. Os processos em busca dos objetivos deixam de pertencer unicamente a uma unidade superior que desenha os procedimentos a serem adotados rigorosamente por aqueles que estão hierarquicamente abaixo e passam a fazer parte da rede, através do propósito e habilidades daqueles que estão conectados ao processo.

Na advocacia são muitos os profissionais que atuam em áreas descondizentes com suas habilidades, tornando o exercício da profissão pesado, afinal “remar contra a maré” cansa.

A percepção da advocacia em rede busca conectar profissionais através dos seus propósitos para a realização de projetos, atuação, representação, suporte, enfim, conectar.

Inúmeras são as plataformas existente hoje no mercado que permite um trabalho compartilhado por advogados. O Google Drive, por exemplo, possibilita a permuta imediata de arquivos e a confecção compartilhada de documentos ou planilhas em tempo real. Sem falar das reuniões através de Hangout por um custo extremamente baixo.

Cada vez menos importa, para o exercício da profissão, o advogado especialista naquele caso estar próximo geograficamente. As audiências por videoconferência já são uma realidade em muitos tribunais. Os processos são virtuais.

As novas tecnologias quebraram, de vez, com muitos paradigmas. A força da colaboração é visível e mensurável. O caminho é sem volta. Advogar em rede é o desafio para empreender em um mundo conectado.

Rodolfo Accadrolli Neto é geminiano viciado em café, apaixonado por surf, ama viajar e conhecer pessoas. Filosofar? senta que o papo vai ser longo! Advogado especializado em Direito Previdenciário pela Universidade de Passo Fundo/RS (UPF). Sócio da Accadrolli e Maruani Advocacia Previdenciária, co-criador do blog www.aposentadoriadoinss.com.br e do Studio Jurídico — Advocacia em Rede, um projeto que busca prototipar e experienciar formas de empreender em rede dentro da advocacia.

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Episódio #03: A Construção da Marca https://www.cmente.com.br/2016/12/16/episodio-03-a-construcao-da-marca/ https://www.cmente.com.br/2016/12/16/episodio-03-a-construcao-da-marca/#respond Fri, 16 Dec 2016 20:17:17 +0000 https://medium.com/p/ac391d0adae8 Read more about Episódio #03: A Construção da Marca[…]]]> por Camila Gullo

Queria colocar a página do Facebook no ar e começar a me comunicar com as pessoas, e a marca é um primeiro passo passo para transformar a ideia em realidade.

Na falta de recursos e tempo, busquei um site qualquer que tem banco de imagens para construção da primeira marca da CMENTE, que ficou assim:

Sem maiores pretensões, o aplicativo virtual criou essa marca apenas com o objetivo de preencher o ícone da página do Facebook e mostrar que CMENTE não vem de MENTIR como alguns maliciosamente inicialmente pensaram *(não consigo aceitar essa associação automática entre advogado-mentira-confusão-problema-passada de perna)*.

Passada essa primeira providência, iniciei o blog em paralelo com a apresentação do Projeto para clarear a ideia e começar a busca por parceiros.

Essa parte é muito mais difícil do que parece, porque você vai mudando de ideia ao longo do tempo, retirando e adicionando coisas… Mas ok, faz parte do processo.

Enfim, após uma conversa de mentes de áreas totalmente diferentes, fechei com o Pedro Penna da Agência uRock (http://www.urock.com.br/ ), que também cuidou da renovação da marca do escritório de advocacia que sou sócia, a criação correta da marca da CMENTE.

Recentemente, perguntei como foi o processo criativo para eles. Segundo Filipe Duarte, um dos sócios da agência, o processo criativo levou algumas semanas de estudo, troca de idéias, aparo de arestas até se chegar ao resultado final: uma marca moderna cujos principais conceitos são crescimento e conexão.

  • O símbolo possui a mesma estrutura de uma árvore: base, tronco, ramificações e frutos;
  • A base representa os mentores, responsáveis por “nutrir” os recém-formados com a expertise necessária para o crescimento;
  • O tronco denota o crescimento em si e as ramificações simbolizam que o trabalho em conjunto pode gerar um maior alcance de negócios;
  • Os círculos nas pontas das ramificações seriam os frutos: os clientes atendidos, as conquistas alcançadas.

O estilo do símbolo e da fonte escolhida visam transmitir modernidade. A cor verde foi escolhida por ser uma cor positiva, jovem e também está ligada a crescimento.

Acredito que eles capturaram a essência do negócio da CMENTE e traduziram a ideia em formas e cores.

Ficamos então assim:

Assim:

E assim, com a variação em verde:

Cada vez mais valorizo o trabalho dos designers e entendo a relação desses profissionais com todos os mercados, empreendedores individuais e empresas.

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Pare de esperar https://www.cmente.com.br/2016/11/10/pare-de-esperar/ https://www.cmente.com.br/2016/11/10/pare-de-esperar/#respond Thu, 10 Nov 2016 18:58:10 +0000 https://medium.com/p/88ac83b22557 Read more about Pare de esperar[…]]]> por Camila Gullo

Fotógrafa: Glen Carrie

O que você está esperando?

Tenho certeza que você está esperando alguma coisa ou alguém.

Lá no fundo, bem fundo, todos nós temos a esperança que apareça alguém ou aconteça alguma coisa que resolva todos (ou pelo menos um) os nossos problemas.

Geralmente é a Mega Sena. Ou só o salário do início do mês. Pode ser também alguém chegar na sua vida, emagrecer, se formar, casar, se aposentar… Você pode estar esperando o carnaval passar, seu filho crescer ou alguém voltar de férias. Alguém se oferecer para olhar aqueles documentos pra você ou ir naquele lugar conversar com aquela pessoa. Você pode estar até esperando alguém morrer.

A questão é: Quando esperamos, tiramos o peso de não fazer o que deveríamos ou gostaríamos naquele momento.

Gostaríamos (quase sempre) de estar vivendo (no gerúndio mesmo) uma realidade diferente, mas não estamos fazendo o que é necessário para isso acontecer.

Acontece que, para chegarmos lá, temos (nós e não os outros) que fazer. “Fazer” é um verbo direto (lembra da aula de português? “Precisa de complemento”). Quem faz, faz alguma coisa.

Somos tão ansiosos que não fazemos o passo seguinte, o imediato que está ao nosso alcance, porque já estamos pensando no problema que irá (na verdade poderá, mas temos certeza que irá) surgir láááá na frente, quando tudo já estiver em nível avançado, elaborado e complexo.

Acontece que a vida passa (e cada vez mais rápido) e lá na frente você pode olhar para trás e se arrepender.

Acredito que isso sirva para qualquer área da sua vida, mas quero falar da profissional.

Tenho visto muita gente postergando sua evolução profissional para depois, por diversos motivos (ou seriam desculpas?), sempre esperando alguma coisa acontecer.

Os adolescentes estão esperando entrar na faculdade. Os alunos esperam até o final da faculdade para entrar em um estágio. Os estagiários esperam até se formar. Os recém-formados esperam alguma coisa…. afinal são recém-formados, sabem fazer o quê ?! Aí você vira júnior e espera virar sênior. Aí o tempo passa e você sobreviveu sem muita emoção.

Você se preocupa com a dificuldade do concurso sem ter estudado; com a entrevista de emprego sem ter se aplicado para a vaga; com o resultado daquele processo sem nem ter conseguido ainda citar o réu; em como você vai administrar dezenas de clientes sem você ter nem o primeiro.

Então simplesmente pare. Pare de esperar tudo acontecer milagrosamente.

Corra atrás, entre no clima. Faça o que é possível você fazer HOJE. Prepare-se, estude, converse com as pessoas. Divida experiências, adquira tantas outras por conta própria. Execute o passo mais próximo sem perder horas e horas pensando nos 10 passos à frente.

FAÇA. Mexa-se.

Não espere.

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Sócia na Ribeiro da Luz Advogados Fundadora da CMENTE Incubadora & Coworking de Advogad@s
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Episódio #02: O começo da Incubadora https://www.cmente.com.br/2016/10/19/episodio-02-o-comeco-da-incubadora/ https://www.cmente.com.br/2016/10/19/episodio-02-o-comeco-da-incubadora/#respond Wed, 19 Oct 2016 17:31:16 +0000 https://medium.com/p/ff200955d68e Read more about Episódio #02: O começo da Incubadora[…]]]> Por Camila Gullo

No post “Episódio #01” eu contei o que aconteceu depois que tive a ideia e deixei para um outro post o começo da Incubadora antes mesmo da estruturação do Coworking.

( Está viajando, não leu o Episódio #01? Tá na mão: https://medium.com/@cmente/epis%C3%B3dio-01-depois-da-ideia-vem-o-que-2d52ba5cef3b#.txka87s5c )

Conheci a Lívia Bittencourt, também advogada, no curso Criando Oportunidades. Ela me chamou atenção porque jogou tudo para o alto e decidiu correr atrás de outro caminho para sua carreira e para sua vida. Então no encontro presencial do curso eu a procurei para conhecê-la pessoalmente. Nos conhecemos já quase no final (era muita gente) e trocamos algumas figurinhas.

Semana passada ela esteve no Rio e conseguimos nos ver rapidamente — foto 🙂

Conversei sobre a minha ideia (que no caso não era jogar tudo pro alto) e ela gostou e falou que tinha uma pessoa que se enquadrava certinho no perfil de advogada que eu estava pretendendo ajudar e que a colocaria em contato comigo.

Alguns dias depois já estava conversando com a Giovana Araujo, advogada recém-formada do interior de São Paulo que estava desviando do caminho que queria seguir por não se achar preparada para atuar na advocacia (com o tempo falaremos mais sobre ela).

Inicialmente pensei em guardar o contato e voltar a conversar com ela depois que já estivesse tudo “pronto”.

Mas não tem essa de PRONTO.

Pra não dizer NUNCA, que é uma palavra que evito usar (junto com sempre, toda vez, com certeza e unanimidade), acho que se eu esperasse para começar quando toda a ideia estivesse fisicamente transformada na minha frente (nos mínimos detalhes), demoraria um pouco para falarmos novamente.

Então fui clara e contei para Giovana que o projeto havia acabado de nascer, mas que eu estava muito animada para começar a trabalhar JÁ e perguntei se ela se propunha a ser a primeira incubada da CMente em sua versão beta.

Ela topou, preencheu o que tinha que preencher, fizemos uma primeira entrevista para confirmar se o perfil dela era compatível com a proposta da CMente e começamos a mentoria online. Sem site, sem vídeo-aula. No cara-a-cara via Skype, troca de mensagens e acompanhamento de cronograma de atividades propostas.

Já entramos no segundo mês de acompanhamento e posso dizer que ela já evoluiu demais. Criou (contamos) 5 oportunidades que ela antes nem imaginava que existiam. E foi ELA quem criou. Só demos um empurrãozinho. Fiquei MUITO feliz.

Mostra que a essência do projeto tem razão de ser.

Em paralelo, já com o projeto funcionando, abri o caminho para parceiros e apoiadores, enquanto o pessoal continuou fazendo conta para o Coworking.

Nesse momento, enxerguei claramente as diferentes (e complementares) propostas da CMente, que são:

  • Mentoria online
  • Escritório Virtual
  • Incubadora
  • Coworking
  • Educação
  • Eventos

Em todas as propostas o virtual e presencial podem se misturar e nenhum é exclusivamente feito online ou offline.

Lógico que fazendo conta e viabilizando a estrutura física, só posso caminhar com o online e estruturar o offline em pequenas proporções.

Nesse tempo fui me informando sobre a propagação e crescimento do conceito da advocacia em rede (curiosamente usei esse termo — rede — na minha apresentação da CMente, sem saber que a expressão já está sendo usada por aí) e conheci um monte de gente legal com a mesma cabeça aberta de atualização da prática da advocacia com as novas necessidades da economia, da sociedade, das comunidades, dos clientes e d@s próprios advogad@s. Sem contar do alinhamento com a tecnologia, que pode abrir portas e janelas nunca antes imaginadas.

Mas esse assunto também fica para um próximo post.

Está bom assim. Já tenho a prova que há demanda no Brasil inteiro para o apoio que a CMente se propõe a fornecer.

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Por que você deixou sua curiosidade na infância? https://www.cmente.com.br/2016/10/11/por-que-voce-deixou-sua-curiosidade-na-infancia/ https://www.cmente.com.br/2016/10/11/por-que-voce-deixou-sua-curiosidade-na-infancia/#respond Tue, 11 Oct 2016 20:11:30 +0000 https://medium.com/p/70221ff98995 Read more about Por que você deixou sua curiosidade na infância?[…]]]> por Camila Gullo

Foto: Maxime Bhm

Nesse dia das crianças, a reflexão que proponho é sobre a curiosidade infantil e o esquecimento dela lá longe, na infância.

Com um filho bem pequeno, vejo de perto e diariamente como as crianças são curiosas. A grande maioria delas, para não dizer todas.

Em um primeiro reflexo, elas mexem em tudo. Sentem as texturas e testam os objetos: “Se eu jogar no chão, o que acontece?”; “Se eu bater um no outro, vai fazer barulho?”; “Esse negócio áspero faz cosquinha”; “Toda vez que eu jogar na parede meu pai vai fazer essa cara de bravo e a vovó vai rir?”.

No fundo, eles estão experimentando e descobrindo como as coisas e como as pessoas funcionam. Se vai fazer barulho todas as vezes, com quantas vezes o adulto vai reclamar, se a vovô vai rir em cada repetição…

Enfim, colocam em prática o fazer, observar e aprender (e ainda aprendem com a repetição).

Com o tempo, as crianças vão deixando de ter essa ansiedade pelo descobrimento, experimentam cada vez menos (algumas vezes até pela educação que recebem, seja dos pais, da escola ou do meio social) e se tornam adultos pouco curiosos.

Alguns crescem e passam a acreditar até que não precisam repetir a mesma coisa algumas vezes antes de aprender.

Parece que a grande maioria das crianças curiosas que mencionei acima se transforma em adultos desinteressados.

Já tive estagiário que jogou no “Yahoo Respostas” uma pesquisa que eu havia pedido para ele fazer (juro que é verdade), ao invés de procurar nos livros e outras ferramentas de pesquisa disponíveis (que não eram poucas).

Na minha opinião, a realidade virtual e nosso novo modo de se relacionar com as pessoas e com o mundo tem gerado uma situação curiosa entre aumento da quantidade de ferramentas de busca/soluções e ao mesmo tempo aumento da preguiça humana.

Perdeu-se um pouco aquela curiosidade infantil e a vontade de realmente entender como as cosias funcionam. Replicar manchetes de notícias sem conhecer a fonte, repetir frases de efeito e verdades absolutas que não se sabe nem de onde surgiu, discutir superficialmente sobre qualquer assunto e achar-se entendedor de qualquer tópico após 10 minutos de pesquisa na internet, agora é normal.

A exceção é o compartilhamento consciente, a criação de conteúdo inédito.

Afinal, fazer, observar e aprender dá trabalho, né?

Esse post é um apelo para que você resgate a curiosidade da sua infância e se treine a ver as coisas e as pessoas com olhos de uma criança, observando cada detalhe, aprendendo sobre ela e tendo interesse e envolvimento sobre o que se está fazendo… seja o que for que você esteja fazendo !

Até a próxima !

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