windows – DevHouse Internet Software Development House http://localhost:8080 Desenvolvimento de Sistemas para Internet e Mobile Tue, 23 Jun 2026 08:58:43 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.8.14 Windows Update não Passa de 0 KB 0% [Windows 8] http://localhost:8080/windows-update-nao-passa-de-0-kb-0-windows-8/ http://localhost:8080/windows-update-nao-passa-de-0-kb-0-windows-8/#respond Mon, 21 Apr 2014 07:25:58 +0000 http://www.devhouse.com.br/?p=669 Essa dica é para resolver o problema do Windows Update não passar de 0 KB 0% no Windows 8 conforme a imagem abaixo:

Windows Update do Windows 8

Windows Update do Windows 8

 

Para resolver esse erro é fácil, não precisa fazer nada, basta aguardar. O problema é com a contagem do progresso mas o download está sendo feito.

Aguarde a conclusão do processo, pelo menos foi assim comigo!

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Corrigindo o controle de brilho no notebook com Linux http://localhost:8080/corrigindo-o-controle-de-brilho-no-notebook-com-linux/ http://localhost:8080/corrigindo-o-controle-de-brilho-no-notebook-com-linux/#comments Sun, 03 Jun 2012 04:51:44 +0000 http://www.devhouse.com.br/?p=212 Possuo o ultrabook Samsung X420. Um notebook feito para ser leve, portátil e com bateria durável. E ele realmente é. No geral é um notebook bom considerando o seu processador Core 2 Duo de 1,3 GHz de baixo consumo de energia.

As teclas de atalho padrão neste notebook para o funcionamento do controle de brilho são fn (function) + seta para cima ou seta para baixo. Logo após a instalação do Linux Mint 12 Debian Edition eu tentei ajustar o brilho e nada. O problema é igual para todas as distribuições que testei: Ubuntu 11.10, Ubuntu 12.04 e Fedora 16. Ao teclar fn + seta para cima aparecia o ícone de brilho na tela mas nada acontecia e ao teclar fn + seta para baixo o brilho era ajustado ao máximo e o ícone mostrava que estava um pouco abaixo do máximo, o que era estranho.

Pesquisando na net encontrei a solução do problema e parece ser comum entre notebooks com chipset Intel GS45 + ICH9MS, por isso se o seu notebook posui este chipset ou se está tendo o mesmo problema tente a correção a seguir:

A correção consiste em adicionar um parâmetro de configuração do Kernel do Linux no boot. Para testá-lo tecle “e” na tela de boot do linux para editar os comandos de boot e insira acpi_osi= no final da linha “linux /boot/…”. O do meu computador ficou assim (linha 9):

setparams 'LinuxMint GNU/Linux, with Linux 3.3.0-6.dmz.1-liquorix-amd64

insmod gzio
insmod part_msdos
insmod ext2
set root='(/dev/sda, msdos1) '
search --no-floppy --fs-uuid --set=root 321e9577-ad48-4370-9276-06399e26b6da
echo 'Loading Linux 3.3.0-6.dmz.1-liquorix-amd64 ... '
linux /boot/vmlinuz-3.3.0-6.dmz.1-liquoriz-amd64 root=UUID=321e9577-ad48-4370-9276-06399e26b6da ro quiet acpi_osi=
echo 'Loading initial ramdisk ...'
initrd /boot/initrd.img-3.3.0-6.dmz.1-liquorix-amd64

Segundo informações, o kernel do Linux por padrão se idenditifica como sendo qualquer versão do Windows para a BIOS e o problema é que algumas BIOS tem desvios de código para resolver bugs do Windows Vista e por isso acaba impactando no Linux.

Outra alternativa é usar o parâmetro abaixo caso a sua BIOS tiver suporte ao Linux:

acpi_osi=”Linux”

Ou usar o seguinte parâmetro para fazer com que o Linux se identifique como Windows Vista e executar comandos de compatibilidade com o mesmo:

acpi_osi=”Windows 2006″

Para usar o parâmetro de forma permanente

Conforme dito acima, para testar o parâmetro você pode teclar “e” no menu de boot do Grub2 e inserir o parâmetro, mas isso só vai funcionar até o próximo boot. Para deixar o parâmetro de forma permanente você precisa editar um arquivo de configuração do grub conforme asseguir:

$ sudo nano /etc/default/grub

O editor nano vai abrir o arquivo e seu conteúdo será parecido com esse:

# If you change this file, run 'update-grub' afterwards to update
 # /boot/grub/grub.cfg.
 # For full documentation of the options in this file, see:
 #   info -f grub -n 'Simple configuration'

GRUB_DEFAULT=0
GRUB_TIMEOUT=5
GRUB_DISTRIBUTOR=`lsb_release -i -s 2> /dev/null || echo Debian`
GRUB_CMDLINE_LINUX_DEFAULT="quiet"
GRUB_CMDLINE_LINUX=""

# Uncomment to enable BadRAM filtering, modify to suit your needs
# This works with Linux (no patch required) and with any kernel that obtains
# the memory map information from GRUB (GNU Mach, kernel of FreeBSD ...)
#GRUB_BADRAM="0x01234567,0xfefefefe,0x89abcdef,0xefefefef"

# Uncomment to disable graphical terminal (grub-pc only)
#GRUB_TERMINAL=console

# The resolution used on graphical terminal
# note that you can use only modes which your graphic card supports via VBE
# you can see them in real GRUB with the command `vbeinfo'
#GRUB_GFXMODE=640x480

# Uncomment if you don't want GRUB to pass "root=UUID=xxx" parameter to Linux
#GRUB_DISABLE_LINUX_UUID=true

# Uncomment to disable generation of recovery mode menu entries
#GRUB_DISABLE_RECOVERY="true"

# Uncomment to get a beep at grub start
#GRUB_INIT_TUNE="480 440 1"

Adicione o parâmetro na linha GRUB_CMDLINE_LINUX_DEFAULT conforme abaixo:

GRUB_CMDLINE_LINUX_DEFAULT="quiet acpi_osi="

Se você precisar usar parâmetros que contém aspas (“) você precisa fazer o escape das aspas conforme abaixo:

GRUB_CMDLINE_LINUX_DEFAULT="quiet acpi_osi=\"Linux\""

Salve o arquivo e entre com o comando a seguir para atualizar as configurações do grub:

$ sudo update-grub

That’s all folks!

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Como traduzir um template do WordPress http://localhost:8080/como-traduzir-um-template-do-wordpress/ http://localhost:8080/como-traduzir-um-template-do-wordpress/#respond Wed, 30 May 2012 05:17:03 +0000 http://www.devhouse.com.br/?p=201 Se você instalou algum template (tema) para o WordPress e percebeu que algumas palavras estão em inglês ou outra língua, mesmo que o seu WordPress seja em português você precisa fazer a tradução do tema.

Os arquivos de localização do WordPress utilizam o GetText, uma biblioteca do projeto GNU para fazer internacionalização de software. Os arquivos do GetText tem a extensão .po e .mo.

Para editar estes arquivos é necessário um editor especial. Existem alguns editores para este tipo de arquivo. O GTed é um plugin do Eclipse e me parece ser muito completo apesar de que não o conheço.

Para este tutorial vamos usar o Poedit, um pequeno editor dedicado para este fim. Existem versões para MAC OS X, Windows e Linux. Caso você não use linux faça o download do editor no site: http://www.poedit.net.

Caso use Linux execute os seguintes comandos no shell:

$ sudo apt-get update
$ sudo apt-get install poedit
$ poedit

O último comando abrirá o poedit:

Tela do Poedit

Internacionalização usando o Poedit


Encontre o arquivo .po original. Neste exemplo o arquivo está em:

wp-content/themes/twentyeleven/languages/pt_BR.po.

Leve em consideração que o twentyeleven é o nome do template que estou usando e que ele já vem em português.

Após encontrado o arquivo crie uma cópia do mesmo renomeando usando o código da língua e pais da tradução. Para português brasileiro pt_BR, para português de portugual pt_PT, para inglês, en_US.

Abra o arquivo que você criou com o poedit e agora é só traduzir. A coluna original string está a string na sua versão original que também é exibida na primeira caixa de texto abaixo da tabela. Na segunda coluna da tabela estão as strings traduzidas que você insere na caixa de texto mais abaixo da tela.

Você pode usar as teclas tab e as setas para navegar mais facilmente entre os itens do poedit.

 

Depois é só salvar e pronto!

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O primeiro Post a gente nunca esquece… http://localhost:8080/o-primeiro-post-a-gente-nunca-esquece/ http://localhost:8080/o-primeiro-post-a-gente-nunca-esquece/#comments Tue, 29 May 2012 02:29:06 +0000 http://www.devhouse.com.br/?p=18 Saudações terráqueos!

Este é o primeiro Post de múitos que devem vir, ou pelo menos assim espero! 🙂

Resolvi escrever este blog para registrar as dificuldades e soluções que encontro no dia a dia envolvendo tecnologia. Para ser preciso, resolvi mesmo escrever para registrar as minhas aventuras no mundo Linux.

Conheço Linux desde 1999 quando fiz um curso do Conectiva Linux (hoje Mandriva) na Dualline, onde trabalhei na época. Inclusive meu professor foi o Augusto Campos, mais conhecido como Brain do site br-linux.org. Depois do curso administrei um servidor web com Linux Slackware na SCTEL uma empresa de telecomunicações que trabalhei depois que sai da Dualline e além disso já fiz várias instalações de servidores como prestador de serviços de infra-estrutura de rede. Normalmente eu instalava o RedHat ou o CentOS depois que foi lançado. Apesar de ter contato com Linux durante toda a minha vida profissional até 2011 não tinha usado em minha máquina pessoal. Passei a usar o Ubuntu como meu sistema principal em uma máquina dual boot com o Windows 7 quando fui trabalhar com desenvolvimento web Java na Totvs (sim, eu já trabalhei em quinhentas empresas diferentes e isso é assunto para um outro post). Tomei esta decisão após constatar que os servidores de aplicação Java como JBoss, da RedHat, ou o GlassFish, da Oracle, se integravam melhor ao Linux do que ao Windows. Aliás é comum um servidor Java Enterprise rodar no Linux.

Então, minha experiência diária com o Linux foi com o Ubuntu logo após da adoção do Unity como interface gráfica padrão. Não sei se foi culpa minha, do Unity, dos milhões de tweeks que fiz no sistema mas a minha relação com o Ubuntu sempre esteve longe de ser estável. Por isso agora resolvi usar o Linux Mint Debian pois ouvi dizer que é mais estável e um pouco mais amigável do que o Debian mesmo. Então o que me motivou a escrever este blog é que toda a vez que formato minha máquina para instalar uma distro diferente do Linux faço vários ajustes no sistema e instalo vários programas e depois esqueço como se faz :-P. Desta vez resolvi anotar!

Também posso compartilhar minhas experiências com programação Web e Mobile e algumas notícias sobre assuntos pertinentes ou qualquer outra coisa que vier a cabeça.

Espero que gostem do blog para ele servir para algo mais do que apenas minhas anotações.

Abraços,

Leonardo Lima de Vasconcellos

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